sábado, 14 de agosto de 2010

TÔ MEIO SUMIDA....


MAS TB, DANDO 46 AULAS POR SEMANA, EU NÃO CONSIGO NEM PENSAR....
MAS EM BREVE VOLTAREI...

QUERIA Q VCS DESSEM UMA OLHADA NESSE VÍDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=IvvB8WCW7cE

(COPIEM E COLEM O LINK, CASO NÃO CONSIGAM CLICAR NO LINK)

É DE UMA DUPLA DE IRANIANOS/CANADENSES QUE UTILIZARAM ANOTHER BRICK IN THE WALL DO PINK FLOYD PARA PROTESTAR CONTRA A VIOLÊNCIA SOFRIDA POR MULHERES NOS PAÍSES MUÇULMANOS. ELES MODIDICARAM UM POUCO A LETRA, FIZERAM "HEY AYATOLLAH, LEAVE THOSE KIDS ALONE!". MAS ISSO NÃO TIROU A PERFEIÇÃO DA MÚSICA, E OS CARAS MOSTRAM Q SABEM FAZER MÚSICA...
VALE A PENA E AGORA ESTOU ANSIOSA PRA ACHAR QLQR OUTRO TRAMPO DOS CARAS!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

QUANDO A LEITURA NÃO VALE A PENA.

Outro dia, assistindo ao MTV Debate, ouvi o apresentador Lobão dizendo aseguinte frase: "leiam, leiam, o importante é ler, nem que seja q revista Caras" (se a frase não era exatamente essa, o conteúdo era o mesmo). Entendo perfeitamente o que ele quis dizer, afinal vivemos em um país onde a média de livros lido por cada pessoa é de apenas 1 livro por ano (sad but true, como diria o metallica). Mas essa hisória está para ser mudada, pois chegou ao Brasil o "célebre" THE BIG BUTT BOOK (O livro da bunda grande). Sim meus caros, um livro que interessará ao povo brasileiro! Afinal todo conteúdo é de fotos e comentários sobre bundas femininas do mundo todo, e nessa edição, contando com nossa representante, a fantástica mulher melancia, mostranto toda sua sabedoria.
Transcreverei a seguir o release do livro:
"A história do bumbum feminino é tema de "The Big Butt Book" (372 páginas, ed. Taschen) "o livro do grande bumbum", em tradução livre --, publicação que ganha nas próximas semanas edição brasileira.
Para contar a história dessa parte do corpo da mulher, além de imagens de fotógrafos como Elmer Batters, Ellen von Unwerth, Richard Kern e Terry Richardson, o livro tem textos e entrevistas com pessoas ligadas ao universo do erotismo, como o cineasta Tinto Brass e o quadrinista Robert Crumb, conhecido por seus desenhos de mulheres voluptuosas.
Entre as mulheres que aparecem em fotografias de "The Big Butt Book" está a atriz e modelo pin-up Bettie Page (1923 - 2008), Buffie the Body -- modelo norte-americana conhecida por seu grande bumbum -- e, como representante brasileira, a dançarina e funkeira Mulher Melancia.
O livro é de autoria de Dian Hanson, editora norte-americana de revistas eróticas masculinas."

Bem, já que vivemos em um país onde sexo é tudo e erotizamos até crianças fazendo-as dançar funk, certamente esse livro se tornará um grande sucesso entre o público masculino brasileiro, e por que não, entre o público feminino também, afinal, é fato que muitas mulheres brasileiras preferem se destacar usando a bunda e não o cérebro (talvez porque ao invés de estar na caixa craniana, o cérebro tenha escorrido para os glúteos).
Voltando à frase do Lobão citada no começo dessa matéria, será que realmente é importante ler qualquer coisa, mesmo que seja lixo, mesmo que seja leitura manipuladora? Se a pessoa lê qualquer coisa sem ter senso crítico certamente será manipulada! Antes de ler, o cidadão precisa saber criticar. Vemos tantos "intelectuais" cuja boca mais parece um esgoto, mas são elevados a nível de gênios por que as pessoas comuns não conseguem parar para pensar naquilo que esses seres falam/escrevem. É por essas e outras que livros falando sobre bundas conseguem fazer sucesso, porque as pessoas não sabem discernir o que é uma boa leitura, nem que seja com a pura intenção de se distrair, das merdas enfiadas goela abaixo da população. Pelos deuses nórdicos! Me digam: o que leva uma pessoa preferir comprar um livro onde só tem fotos de bundas oa invés de comprar "1984" do George Orwell? No Brasil se vê bundas em todo lugar! O que mais vemos aqui são bundas na televisão, no carnaval, nos jornais e revistas, na música, é bunda pra todo lado! E ainda me aparecem com um livro explorando bundas femininas...ainda se fossem bundas masculinas, a bunda do Jhonny Depp, do George Clooney, Jared Padalecki, Jensen Ackles...mas não, como sempre, estão explorando a mulher, lembrando que a editora do livro também é editora de revistas masculinas.
Vale realmente a pena ler de tudo? É um livro completamente sem sentido!
Muitas pessoas que nunca leram qualquer outro livro na vida vão comprar "The big butt book", obviamente que não será pela parte escrita no meio do livro, nem para analisar as técnicas fotográficas, mas simplesmente para "gozar" de uma "leitura", que para ele será agradável, pois para ver fotos não se precisa ser alfabetizado. Sendo, analfabeto de pai e mãe, analfabeto funcional ou até mesmo pessoas alfabetizadas, todos vão ter a mesma sensação ao folhear esse livro. Acho que é o primeiro livro do mundo que será "lido" por analfabetos, pois como o objetivo não tem nada a ver com o conteúdo escrito, pouco importam os textos.
Óbvio que esse livro não é o primeiro, nem o último, nem o único dessa espécie, aliás, o problema nem é tanto o livro em si, e sim o fato de que as pessoas não são capazes de ler e justamente por isso, livros como esse fazem sucesso, não necessitam que o leitor tenha o mínimo de inteligência.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

SINCERAMENTE??!

QUEM PROCURA ACHA!! POR QUE AO INVÉS DE ESTUDAR, FICA QUERENDO ENGRAVIDAR PRA GANHAR PENSÃO E BOLSA FAMÍLIA?
BEM FEITO! MERECEU!
DEPOIS PAGA DE COITADINHA...AFF, QUE NOJO...
ESTUDAR QUE É BOM, NINGUÉM QUER, FAZER FILHO PRA SE DAR BEM NA VIDA, ISSO QUER!
TEM MAIS É QUE SE FUDER MESMO!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"Geração N": estamos criando jovens incapazes?

MAIS UM ARTIGO QUE NÃO É MEU, MAS É TÃO BOM QUE RESOLVI POSTAR, AFINAL, LIDO COM ESSE TIPO DE "GERAÇÃO N" TODOS OS DIAS, E TENHO CERTEZA Q VC TB LIDA!

Autor norte-americano critica exagero dos pais em relação ao estímulo positivo dos filhos. O resultado? Uma geração de narcisistas

Rob Asghar, ensaísta e articulista norte-americano, aponta em um artigo recente no Huffington Post o surgimento do que ele chama de "geração N", formada por jovens narcisistas. Para ele, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum. Inseguros, eles temem que o filho não goste deles, cedem a qualquer pedido das crianças e celebram toda e qualquer "conquista" do filho - até uma formatura de pré-escola.

O resultado é uma geração que se sente no direito de tudo, sem precisar trabalhar duro por nada. Rob cita uma pesquisa desenvolvida em conjunto pela San Diego State University e pela University of South Alabama, que concluiu que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos - e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos de poder.

O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de "auto-respeito exagerado" e de um "infundado senso de merecimento". Alguns pesquisadores chegaram a afirmar que a crise econômica mundial recente, desengatilhada por decisões de alto risco, já seja um resultado do narcisismo da geração.

Para Maria Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, esse cenário é comum aqui no Brasil também. Os pais que temem perder o amor dos filhos representam uma inversão absoluta de papéis. "Na minha época - eu tenho 57 anos e minha filha, 32 - eram os filhos que temiam perder o amor dos pais", contrapõe. Hoje, este temor influencia até na transmissão de valores.

Oprimidos pela culpa ou afundados no próprio narcisismo, os pais temem colocar limites em seus filhos e criam crianças que serão eternamente dependentes deles. Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores: não sabem respeitar os pais, pois nunca ouviram uma repreensão simples como "enquanto uma pessoa fala, a outra escuta". Se alimentam mal e só comem quando querem, pois jamais os pais foram firmes e exigiram que ela se sentasse à mesa durante uma refeição. "Limite é a ética em ação", explica Maria Irene. "Pais e mães narcísicos criam fracos", resume.

Idade da influência

O psicólogo Caio Feijó, autor de "Pais Competentes, Filhos Brilhantes" (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na autoimagem da criança - e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. "Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado", diz.

"Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar", continua. E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de "burro" ou de "inútil", especialmente quando este estímulo indica uma projeção - por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho "vai ser um dentista genial, igual ao papai", ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. "A superproteção traz consequências tão graves quanto o abandono", finaliza.

Características da "Geração N":

- Não têm noção de limite
- Acham que são merecedores de tudo
- Não sabem se esforçar para conseguir algo
- Não sabem como agir em situações adversas
- São criados por pais narcisistas, que competem entre si
- Não respeitam os outros

FONTE: http://delas.ig.com.br/filhos/geracao+n+estamos+criando+jovens+incapazes/n1237687814063.html

quinta-feira, 24 de junho de 2010

E SE..............

Nascer, crescer, estudar, trabalhar, casar, ter filhos, ter netos e morrer. Assim é a lei da vida, ou pelo menos é o que a maioria das pessoas acredita e vive. Mas existem os marginais, os fora da lei, pessoas que não se cnformam que a vida seja sempre (e somente) isso.
Quem foi que nos obrigou a ter essa sequencia de verbal? è certo que não podemos mudar a sequencia se nascer, crescer e morrer, é biológico, mas por que devemos estudar, trabalhar, casar e ter filhos nessa sequência? Possivelmente alguém achou cômodo instituir a sociedade baseada em uma rotina que todos devem seguir (a religião entra aqui!).
Mas, nem todos seguem o padrão. O problema é que qualquer pessoa que inverta as etapas ou simpelsmente as ignore não é bem visto nesse "mundinho perfeitamente estável". Se ao invés de fazer uma faculdade, o indivíduo resolva trabalhar, será taxado de ignorante (é vero que hoje em dia é muito difícil conseguir um emprego sem uma graduação), mas e se ele não quiser ir para uma universidade? Se ele tem um sonho de se tornar tatuador, desenhista de mangá, pintor, ou qualquer outra profissão não tão comum que não exija uma submissão a um patrão? Se ele estiver satifeito apenas com seu trabalho, bom pra ele! Ninguém tem nada a ver com isso.
E se a pessoa quiser ter filhos antes de se casar? (lembrem-se que sou totalmente child free, mas para quem quer ter filhos, azar o dele!). Se a pessoa tem estrutura econômica e emocional para tal, qual o problema? Não é meu!!
E se alguém que passou a vida toda solteiro e aos sessenta anos de idade resolva se casar? Seria perfeito para ele, aproveitou a vida plenamente antes de se enroscar, não se arrependeria por não ter feito coisas por que o marido/esposa/deveres conjugais não deixaram.
E se ao invés de se casar, a pessoa queira viver sozinha e sem filhos? A sociedade vê isso como uma tragédia, afinal, quem vai cuidar dele quando for velho? existe ato mais egoísta que esse: casar ou ter filhos para que eles continuem te sevindo para sempre? Alguém pede para nascer já com essa obrigação? Qual o problema em não querer casar e ter filhos?
Muitas vezes parece que essa sequência padrão é algo biológico, mas não é! è uma obrigação social, imposta pela Igreja ainda na idade média e que seguimos até hoje. O que é bom para uns, nunca é bom para todos. Existem pessoas que não querem casar, não quererm ter filhos, não quererm estudar, não querem nem ao menos trabalhar (veja os bons vivants)...
Então por que essas pessoas são discriminadas? Mulheres com mais de trinta anos sofrem pressão para que se casem, se elas se casarem precisam ter filhos. Homens precisam ter um emprego estável aos vinte e cinco anos de idade, pois em breve terão que sustentar uma família. Quem disse que eles precisam querer uma família? E se ele prefere mudar de emprego constantemente porque não gosta de rotinas? Aos dezoito anos, a maioria dos jovens é obrigada a decidir o curso universitário que deverá seguir e consequentemente sua profissão. E se ao invés de coemçar a unversidade, ele quiser viajar o mundo ou começar a trabalhar?
Por que somos obrigados a fazer o que a maioria faz? Aerá que ser autêntico dói para quem não consegue se livrar de regras ridículas?
Não é necessário fazer tão pouco da vida. Podemos mais. Podemos decidir fazer uma viagem ao invés de trocar fraldas, podemos decidir sair com os amigos ao invés de viver "até que a morte nos separe" com um cônjuge. Podemos preferir o emprego que nos satisfaz ao invés de sentar nos bancos acadêmicos, ou preferir os bancos acadêmicos no lugar do casamento.
As opções são inúmeras. Depende de não se conformar com aquilo que alguém decidiu por você que era certo. Devemos fazer nossa própria sequência verbal.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A relação entre inteligência e tabagismo

Um estudo feito na Universidade de Tel Aviv indica que homens jovens e com o hábito do tabagismo também têm os menores índices de Quociente de Inteligência (QI).

A pesquisa, liderada por Mark Weiser, usou dados de jovens entre 18 e 21 anos que haviam se alistado no exército – e que passaram por testes de inteligência padrões do exército – relacionando as variações da média de QI ao hábito tabagista, relação que se demonstrou bastante acurada, dizem os pesquisadores. A média dos não fumantes foi de aproximadamente 101 pontos de QI, enquanto os fumantes ficavam na média de 94 pontos. Os menores índices foram daqueles indivíduos que afirmavam fumar mais que um maço de cigarros por dia: 90 pontos de QI.

Um vício “democrático”

“Os profissionais de saúde, de uma forma geral, relacionam o hábito de tabagismo a pessoas de baixo nível socioeconômico e com menor escolaridade. Mas nosso estudo mostrou que esses fatores são simplesmente indeterminantes”, afirma Weiser.

No estudo de Weiser houve também análises de casos raros, como gêmeos. Mesmo entre irmãos, aqueles que fumavam tinham menor média de QI. Além disso, os dados sugerem que a predisposição genética para o vício não influenciou na queda das médias da inteligência, ou seja, poderia ser algo relacionado ao desenvolvimento do hábito tabagista e que desencadaria algum outro processo.


PRECISO COMENTAR MAIS ALGUMA COISA??


fonte: http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/05/30/a-relacao-entre-inteligencia-e-tabagismo/

sexta-feira, 14 de maio de 2010

PESSOAS DO MEU S2

(SEI Q S2 É EMO!)
Estive tão ausente...mas estou voltando...tenho trabalhado 3 períodos por dia, sem contar os primeiros dias dessa semana q passei plenamente dodói, mas estou voltando...pra vcs terem idéia, meu mais recente artigo, que postarei muito em breve, foi escrito na sala de aula enquanto os alunos realizavam uma atividade pra nota...mas ele tá pronto, só falta digitar....esperem mais um pokito que ele chegará e vcs vão gostar!